Você pagou pelo site, ele ficou pronto, e ninguém te falou o que vem depois. Domínio vence, hospedagem cobra de novo, e um dia o site simplesmente sai do ar ou para de funcionar direito — e você não sabe por quê.
Manter um site no ar é um custo separado de construir ele, e é justamente essa parte que a maioria dos orçamentos de criação não deixa clara.
O básico pra manter um site simples no ar — hospedagem e domínio — fica entre R$ 30 e R$ 50 por mês. Com suporte técnico sob demanda, a faixa sobe pra R$ 100 a R$ 400. Manutenção contínua, com atualizações e ajustes regulares, fica entre R$ 300 e R$ 1.500 por mês.
A diferença entre essas faixas não é luxo — é o que acontece quando algo quebra: você espera dias por uma solução, ou tem alguém já de prontidão.
Os quatro custos que existem, mesmo que ninguém fale deles
| Item | Custo aproximado | Frequência |
|---|---|---|
| Domínio (.com.br) | ~R$ 40/ano | Anual, no Registro.br |
| Hospedagem | R$ 20 – 100/mês | Mensal ou anual |
| Certificado de segurança (SSL) | Geralmente incluso na hospedagem | Renovação automática |
| Suporte técnico / atualização | R$ 100 – 1.500/mês | Sob demanda ou contínuo |
Faixas de referência observadas no mercado brasileiro — variam conforme o provedor, a complexidade do site e o nível de suporte contratado. Site com loja virtual ou muita integração custa mais em cada uma dessas linhas.
Os três níveis de manutenção
"Manutenção de site" significa coisas bem diferentes dependendo de quem cobra. Vale entender os três níveis antes de comparar propostas.
- Sob demanda (R$ 100 – 400/mês, ou por chamado). Você aciona quando precisa — trocar uma foto, corrigir um texto, resolver um erro pontual. Bom pra site institucional que muda pouco.
- Contínua (R$ 300 – 1.500/mês). Inclui atualizações regulares, backup, monitoramento e pequenos ajustes já previstos no plano, sem precisar negociar cada mudança.
- Dedicada (R$ 1.500 – 5.000+/mês). Monitoramento constante, segurança avançada, atendimento prioritário. Faz sentido pra operação onde o site é canal de venda direto e cada minuto fora do ar custa caro.
A maioria das pequenas empresas com site institucional simples não precisa do nível dedicado. O erro comum é o oposto: não contratar nada, e descobrir o custo da falta de manutenção só quando o site já quebrou.
O que acontece quando ninguém cuida do site
Aqui está o trabalho invisível que a manutenção cobre — e o que fica exposto sem ela:
- Segurança desatualizada. Plataformas e plugins recebem atualização de segurança regularmente. Sem aplicar, o site fica mais vulnerável a invasão com o tempo.
- Conteúdo desatualizado. Preço antigo, serviço que não existe mais, telefone trocado — informação errada no site custa confiança de quem visita.
- Erro sem ninguém pra corrigir. Formulário que para de enviar, imagem que não carrega, botão quebrado — sem manutenção, ninguém percebe até um cliente reclamar, se reclamar.
- Sem backup em dia. Se o site cair ou for comprometido, sem backup recente a recuperação fica mais cara e mais lenta — às vezes impossível.
A conta que mostra se compensa
Exemplo: site institucional que gera um lead por semana com ticket de R$ 600
Simulação pra mostrar a lógica da conta, não previsão de resultado. O volume de lead gerado por um site depende de tráfego, SEO e conversão — a manutenção sozinha não traz visita, ela garante que a visita que chega encontre o site funcionando.
O ponto não é que manutenção "se paga sozinha" — é que o custo de manutenção costuma ser pequeno frente ao que um site fora do ar ou desatualizado pode custar em oportunidade perdida, especialmente se ele já é fonte de contato.
Fazer sozinho, contratar sob demanda ou manutenção contínua?
| Fazer sozinho | Sob demanda | Contínua | |
|---|---|---|---|
| Custo mensal | Só hospedagem/domínio | Variável, por chamado | Fixo, previsível |
| Tempo de resposta a erro | Depende do seu tempo livre | Depende da fila do prestador | Prioridade contratual |
| Atualização de segurança | Só se você lembrar | Raramente incluída | Incluída |
| Exige conhecimento técnico | Sim | Não | Não |
Fazer sozinho funciona pra quem tem tempo e alguma familiaridade técnica, e serve bem pra site simples que quase não muda. Sob demanda é o meio-termo pra quem quer gastar só quando precisa mexer. Contínua faz sentido quando o site já é parte ativa de como o negócio capta cliente — aí o custo de ficar fora do ar por dias pesa mais que a mensalidade.
Quando não vale contratar manutenção contínua ainda
- Site muito simples, que praticamente não muda. Uma página institucional estática pode funcionar anos com suporte só sob demanda.
- Você tem tempo e sabe mexer no básico. Trocar texto e imagem em plataformas simples não exige contratar ninguém.
- O site ainda não é fonte real de contato. Se o site ainda não traz lead nenhum, o investimento pode render mais resolvendo como trazer tráfego pra ele antes de sofisticar a manutenção.
Como a Nexora trabalha com manutenção
- 01 — Diagnóstico do que o site realmente precisa. Site institucional simples não precisa do mesmo nível de suporte que um com integração e catálogo.
- 02 — Hospedagem e domínio configurados corretamente. Sem letra miúda, sem custo escondido depois.
- 03 — Atualização e backup regulares. Pra minimizar o risco de perder tudo se algo der errado.
- 04 — Resposta rápida quando algo quebra. Sem depender de fila genérica de suporte.
Perguntas frequentes
Pra um site simples, o básico de hospedagem e domínio fica entre R$ 30 e R$ 50 por mês. Com suporte técnico sob demanda, a faixa sobe pra R$ 100 a R$ 400. Manutenção contínua com atualizações e ajustes regulares fica entre R$ 300 e R$ 1.500 por mês.
Geralmente sim. O domínio .com.br custa em média R$ 40 por ano no Registro.br. A hospedagem é cobrada à parte, mensal ou anual, e o preço varia conforme o provedor e a capacidade do plano.
Depende do quanto o site muda. Site institucional que raramente atualiza pode funcionar bem com suporte sob demanda, pago só quando necessário. Site que recebe conteúdo novo com frequência, ou que depende de segurança monitorada, se beneficia mais de manutenção contínua.
O site continua no ar enquanto hospedagem e domínio estiverem pagos, mas fica sem atualização de segurança, sem correção se algo quebrar, e sem ajuste quando o conteúdo ficar desatualizado. Funciona até o dia em que algo dá errado e não tem quem resolva rápido.
Não necessariamente todo o site — mas uma revisão de design e conteúdo a cada dois ou três anos costuma valer a pena, porque tendência visual muda e o que convertia bem pode ficar datado. É diferente de manutenção, que é o trabalho contínuo pra manter o que já existe funcionando.
Em resumo
O preço de construir o site é só a primeira conta. A segunda — manter ele no ar, seguro e atualizado — é menor, mas existe, e ignorá-la é o motivo mais comum de site bom virar site esquecido em um ou dois anos.
Antes de fechar a criação do site, pergunte explicitamente o que vem depois: quem cuida da hospedagem, quem atualiza, e quanto isso custa por mês. Quem não te responde isso de cara já está deixando escondida a segunda parte da conta.